University Endowment Lands

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Mensagem por Mestre do Jogo em Qua 7 Jan - 5:15



No número 5495 da Chancellor Boulevard em Vancouver encontra-se a University Endowment Lands, que também abriga o campus da University of Britsh Columbia em Vancouver, um dos maiores centros culturais da Columbia Britânica.

A Endowment recebe anualmente a maior leva de estudantes que buscam graduação em todo o Canadá. Por seus corredores passaram boa parte dos maiores expoentes da política em todo o país, bem como vários cientistas de renome, alguns deles inclusive agraciados com Prêmios Nobel em suas cadeiras.

A Universidade conta com vários centros de estudo dotados com os equipamentos mais modernos que o dinheiro pode comprar. Laboratórios de Astronomia, Física, Química, Medicina, entre outros. Até mesmo o Golf, esporte nacional, mereceu um espaço de honra na instituição e lá muitos alunos praticam e aprendem sobre este nobre esporte.

A Endowment recebe todas as tribos em suas salas de aula, os melancólicos góticos, os revoltados punks, os ariscos motoqueiros até os engomados yuppies. Com tal mistura, mesmo com todo o controle da universidade, é impossível controlar alguns conflitos entre eles que acabam acontecendo algumas vezes durante o ano, para infelicidade da instituição que vê seu patrimônio sendo depredado pela fúria dos beligerantes durante seus protestos.

Como toda universidade do mundo, a Endowment tem que lidar com problemas típicos, como a infiltração de drogas, o consumo clandestino de bebidas alcoólicas, alunos com armas de fogo e brancas, etc. Infelizmente estes são problemas normais nos dias de hoje, bem diferente dos anos 50 quando os estudantes eram muito mais conscientes de suas obrigações cívicas.

Mas seria errado dizer que este aumento na violência é somente fruto dos dias atuais, pois muitos têm a nítida impressão de que algo está por trás desta decadência, algo que eles não sabem precisar, mas que podem sentir, como uma sombra se avolumando nas trevas, ganhando força e terreno a cada dia.

Ultimamente incidentes estranhos estão acontecendo com freqüência cada vez maior dentro dos terrenos da universidade. O último caso aconteceu 6 meses atrás, quando o professor de Psicologia, John Smith, que lecionava a matéria no horário da noite simplesmente parece ter enlouquecido durante a aula, ameaçando decepar a cabeça de um aluno para mostrar “como o cérebro funciona por dentro”.

Por uma grande coincidência do destino agentes do Asilo Elisabeth Arkham estavam pelas redondezas de Endowment no momento em que a reitoria ligou para a emergência e levou dali o professor, e foi aí que veio o fato mais estranho, apesar de nunca ter passado perto do Asilo, ele chamou os agentes pelo nome, e pareceu bem tranqüilo na presença deles... será que eles estarem passando por ali naquele exato momento foi realmente uma coincidência?

Após vários testes de sanidade mental e tantos outros exames psicológicos comprovando que o professor Smith estava novamente apto a exercer suas funções a reitoria decidiu aceitá-lo novamente no seu corpo docente... não se pode dizer que todos os alunos ficaram satisfeitos com isso...

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Re: University Endowment Lands

Mensagem por Lucian Fourleaves em Seg 26 Dez - 22:41

Ahhh a universidade... esta instituição fabulosa responsável pela reunião do maior poderio mental do amanhã. Berço de futuros líderes, expoentes da cultura, lar das mentes ávidas por conhecimento, perseguidores incansáveis do saber, exploradores de todas as ciências, o templo sagrado da evolução humana.

- Aposto 10 pratas como ele vomita na boca dela. – desafia o Tremere, encostado em uma das colunas de sustentação do prédio em frente ao campus, observando a imensa festa regada a bebida barata comprada pelos estudantes que agora debruçavam-se sobre seus copos e balbuciavam frases ininteligíveis enquanto andavam de um lado para o outro e gritavam palavras de motivação para um rapaz que tentava atrapalhadamente colocar uma azeitona segura por seus dentes dentro de um minúsculo copo de alguma bebida muito parecida com metanol sustentado também pelos dentes da garota de trajes diminutos deitada sobre a mesa à sua frente.

- Sabe... estou seguro de que há uma correlação perfeitamente explicável entre o mito dos zumbis e pessoas que consomem quantidades industriais de álcool. – continua ele.

- O Príncipe aguarda. – limitou-se a responder o seu interlocutor, taciturno como só um serviçal de Ventrue poderia ser.

- Ah sim... o Príncipe aguarda. Tenho certeza de que nosso augusto e proeminente líder sem sombra de dúvidas deve ter algum assunto de suma urgência para tratar com este seu mero vassalo. Teria ele desaprendido a fina arte de amarrar os sapatos desta vez?

- Ahá!
– brada ele, batendo as mãos na altura do peito – Não foi tudo exatamente na boca, mas ela ainda faz parte do rosto, não é Charles? – pontua o vampiro, sorrindo para o imenso e impaciente guarda-costas prostrado a um passo de distância atrás de si.

- O Príncipe aguarda. – repete o homenzarrão, salientando a palavra “Príncipe”.

- Fred, você é a imagem esfuziante da alegria encarnada. Lembre-me de chama-lo para a próxima festa que eu promover... ou o próximo enterro.

Com passos firmes e solenes o guarda-costas conduz o Tremere pelas calçadas da universidade, até chegarem à luxuosa limusine preta que ele abre a porta para dar passagem ao cainita.

- Você sabe o que um proeminente psicanalista dizia sobre o tamanho, George? – pergunta Lucian, depois de se acomodar confortavelmente no banco de trás do veículo, observando o semblante solene do seu acompanhante e agora motorista.

- O que será que o nosso “graaaande” líder deseja compensar? – continua ele, com o automóvel já em movimento.

- Veja bem... a maior fortuna da cidade, a maior empresa do país, o maior edifício da Columbia Britânica... este maravilhoso e imenso carro... Isso não te deixa curioso, James? – sorri ele, para seu calado companheiro de viagem.

Em poucos minutos a limusine estaciona em frente à Torre da Luz, a sede da Shaw’s Genetic and Research.

- Lembre-se, Steven, quanto maior o poder, menor é o seu pinto. – diz o vampiro, despedindo-se do golias de terno.

Após uma rápida passagem pela recepção o Tremere toma o elevador expresso para o andar da presidência da empresa. Sua mente ainda sentindo o abalo provocado pela aparição do misterioso meteoro que caíra na cidade menos de uma hora atrás. Lucian tinha plena convicção de que não fora o único dos filhos da noite a sentir aquela angustiante sensação de ameaça, mas mais do que isso, como Tremere, ele tinha ciência de que apenas forças misticamente incalculáveis poderiam produzir tamanho fenômeno. O que caiu do céu não foi um simples pedaço de rocha espacial vinda dos confins do universo, era algo ligado a outro plano de existência, e foi poderoso o suficiente para rebentar a barreira das dimensões e adentrar na Terra.

Conhecendo os instintos de sobrevivência de Edward Shaw ele já o visualizava despachando ordens para todos os cainitas capazes de investigar o ocorrido, colocando em funcionamento todos os planos de contingência e preparando-se para a Terceira Guerra Mundial. Sua vontade era rir daquela visão, mas o desconforto em sua mente não o permitia.

Foi por isso que ele fora chamado. Lucian era tido claramente como um excêntrico até mesmo entre os vampiros, entre os Tremere era praticamente uma aberração. Ele sabia exatamente quantas vezes sua não-vida dançou sobre o fio da navalha, e a razão pela qual mantinha seus hábitos era exatamente o mesmo pelo qual ainda permanecia caminhando sobre a terra: seu incomparável saber acerca de tudo o que envolve o sobrenatural. Era isto que o mantinha vivo enquanto zombava educadamente do Príncipe e de todos os Anciões Tremere, uma vez exterminada sua existência, muitos conhecimentos secretos se perderiam para sempre.

- Sr. Fourleaves, entre por favor. Temo que seus préstimos serão necessários esta noite. – diz Edward Shaw, apontando uma cadeira diante da sua mesa para Lucian que alegremente para ela se dirige.

- Meu Príncipe. – cumprimenta ele, fazendo uma mesura exagerada. Bem sabia do gosto dos Ventrue pelos protocolos de etiqueta. Por isso mesmo dobrou-se tanto que sua cabeça quase tocou-lhe os joelhos. Sabia que Edward estaria de rosto retorcido de desprezo enquanto os olhos de Lucian não pudessem vislumbrá-lo.

- Em que meus modestos talentos podem servi-lo esta noite? – pergunta, já emendando em seguida – Devo dizer que desde nosso último encontro aprendi novas piadas de salão que eram um frissom nos bailes da França de 1750. Excelente ano. – conclui, sentando-se na cadeira. Lutando para levar o mais sério possível dentro de seus próprios padrões a sobriedade enfadonha de Edward.

- Alguma delas sobre um objeto indefinido que cai em Vancouver e dispara um alarme psíquico em cada Membro da cidade? – questiona o Príncipe, sem nenhuma outra expressão que não a de seriedade estampada no rosto.

- O que quer que tenha vindo para a Terra esta noite está além da compreensão atual da Camarilla e além de qualquer poder que já presenciamos. – continua ele.

- “Qualquer”, incluindo seu estimado irmão William? – Agora ele sabia que pisava em terreno perigoso. William Shaw, irmão gêmeo de Edward Shaw, um Inconnu cujos poderes rivalizavam com os Deuses. A simples menção, mesmo que intencional, deste nome provocou um arrepio em seu sistema nervoso. Poucos Membros tinham conhecimento da relação de Shaw com o irmão, e menos ainda eram aqueles que ousavam pronunciar seu nome na presença do Príncipe. A expressão de Edward demonstrava o porquê. Lucian sentia os efeitos da Presença irradiando do corpo do Príncipe, ele poderia ordenar que Lucian esfacelasse a própria cabeça contra a mesa agora, e ele o faria de bom grado.

- Sr. Fourleaves, - ele disse, com o frio ártico das geleiras na voz – se for de seu interesse, tenho certeza de que posso arranjar um encontro direto entre o senhor e William. Então poderá ter uma medida mais aproximada da tolice de ter mencionado este nome na minha presença.

O Tremere limitou-se a desviar os olhos de Edward. O desconhecido o fascinava, o conhecido fim daqueles que estiveram frente a frente com William Shaw, não.

- Quero que ponha imediatamente todos os seus recursos em ação para identificar com o que estamos lidando. Quero saber cada detalhe microscópico acerca do que caiu na minha cidade. Cada energia rastreável, cada aura de poder, cada traço místico, cada possível consequência e efeitos colaterais. Quero que você faça isso e quero resultados.

- Quero todo o seu talento, todas as suas habilidades, toda a sua atenção voltada para este único e exclusivo propósito.

- Eu fui claro, Sr. Fourleaves?


- Mais claro que a luz do meio-dia, meu senhor, - anuiu Lucian - e nada paranoico... – completou, mentalmente.

De volta às ruas, ele retira um telefone do bolso, acionando uma das teclas de discagem rápida.

- Alfie, meu bem, você já viu como Vancouver é linda durante o inverno? – Apesar das brincadeiras e do teatro aristocrata de Edward Shaw a seriedade da questão era inegável. Era hora dele rever uma das únicas vampiras capazes de acompanha-lo em um trabalho de tamanha magnitude, e não decepar-lhe a cabeça no processo.
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Re: University Endowment Lands

Mensagem por Convidado em Sab 14 Jan - 22:37

A barriga da loira doía de tanto rir. ------ A aquela altura da manhã ela já não se lembrava do motivo, afinal estava drogada o suficiente para não sentir um soco, caso alguém lhe desferi-se um na face, e ela era irresponsável o suficiente para achar o fato irado. Tinha algo de muito fascinante na maneira em como todos seus amigos cabiam na caçamba de uma caminhonete, bebendo cerveja barata e drogas de qualidade, ouvindo uma música alternativa em volume estratosféricamente alto no estacionamento do campus, ------ a qual, venhamos e convenhamos, era a única função da instituição aos olhos claros da estudante. Sukie passava mais tempo chapada e bêbada no lugar do que estudando, mas nada o que um pequeno favor sexual aos professores não resolvesse e ela tinha conseguido chegar a incrível marca de metade do curso com notas que davam vontade de chorar a qualquer um que se importasse com uma boa graduação.

Mas não se importar parecia ser uma característica marcante da canadense. Irresponsável, imprudente e um tanto insana, Sukie dava a entender que não ligava para a opinião de ninguém enquanto pagava seu café chique, em suas roupas de marca ---- que eram desleixadas em uma questão de moda, e não por ser de fato, desleixadas ---- e sorria com dentes certinhos que davam inveja em quem a observava de perto. Mesmo agora, depois de beber e fumar, parecia que cada fio de seu cabelo que saiam da ordem perfeita das ondas que lhe caíam pelas costas tinha sido colocados um por um para cima de propósito, seus olhos vermelhos e as pupilas dilatadas ficavam adorável em seu rosto infantil, e o sorriso débil, que era característica naquelas pessoas que tinham pouco contato com a realidade, soava como se ela estivesse posando para uma foto, só para o caso de algum fotógrafo desocupado estivesse fotografando a rua e sem sombras de dúvidas o retrato sairia ótimo.

Era irritante, já que aparentemente ela parecia ter tudo de mão beijada, e seus ardis para conseguir o que queria sempre eram bem sucedidos. A personalidade mimada e dissimulada de Sukie fazia com que todos os integrantes que estavam ali no carro, e também em seu convívio social, fossem majoritariamente homens. Com uma exceção bastante notável. O nome de Rachel apareceu no visor de seu celular junto com uma foto das duas, há alguns meses atrás, completamente bêbadas, em vestidos curtos e apertados ----- antes da barriga proeminente da morena ----- emboladas em um abraço, em uma intimidade que apenas um laço forjado pelo álcool pode proporcionar. Sukie perdeu algum tempo lembrando da noite em que tiraram aquela foto, e percebeu ------ pela pontada carinhosa que lhe apertou o coração que adorava aquela vadia. “RAAAAACH” Ela berrou ao atender o telefone, mas nenhum dos seus amigos pareceu notar, continuando todos igualmente inertes e olhando para o nada. Mesmo assim, ela pulou da caçamba, tapando o outro ouvido a fim de ouvir a amiga melhor por cima da música alta.“O que?” Ela perguntou, sem entender uma palavra do que a outra dizia, mas não importava queria vê-la e por isso ela logo emendou. “Mova essa sua bunda gostosa pra Uni, aqui está um tédio e preciso de uma companheira pra terminar algumas latas de cerveja e algumas balas.” Ao mesmo tempo que ela a intimava, ----- esquecendo completamente do fato de que Rachel carregava um filho em seu ventre ----- o tom da loira era doce.  “Amo você.” Ela desligou sem dar tchau e então tratou de voltar para mais perto da festa que ocorria do outro lado do lote do estacionamento onde havia mais pessoas, em melhor estado do que seus amigos já chapados no carro.

O corpo da loira se movia em ritmo da música, e da maneira como transpirava, ela não parecia consciente do clima gelado e da atmosfera estranha que invadia Vancouver, e nem de nada ao seu redor, e foi preciso um puxão um tanto forte em seu braço direito para que ela notasse que alguém a chamava já há algum tempo.  “Rach, você veio!” Claramente, o fato dela ter a convidado já havia sido apagado de sua mente ela passou os braços pelo corpo pequeno da amiga, a envolvendo num abraço, sentindo a protuberância entre elas, fazendo-a saltar para trás.  “Ai meu Deus, você está enorme! Como vai o bebezinho mais lindo da titia?” Ela falava olhando para a barriga, um tom mais alto, aquele tom usado para lidar com crianças já nascidas e vez por outras, alguns fetos.

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Re: University Endowment Lands

Mensagem por Rachel Solano em Dom 22 Jan - 20:41



- “Mova essa sua bunda gostosa pra Uni, aqui está um tédio e preciso de uma companheira pra terminar algumas latas de cerveja e algumas balas.”

A vadia não lembrava que Rachel carregava seu pequeno alien na barriga?

- Indo.

- “Amo você.”

Rachel terminou a ligação e imediatamente procurou um aplicativo em seu celular, pegaria um uber até a universidade. Em seguida, afastou-se do muro do cemitério e atravessou a rua, esperaria sua carona lá.

O trajeto para a universidade levou menos tempo do que imaginava e saiu mais barato do que imaginava. Rachel tirou do bolso de sua calça algumas notas amassadas e pagou seu motorista. Deus! Ela estava tão fodida que mal tinha dinheiro para pagar um uber.

Como hacker Rachel sabia dos perigos da internet, assim como também sabia do perigo de se expor. Por esses motivos não possuía cartão de credito e evitava as redes sociais. Sua paranoia a levou a retirar a câmera de seus computadores e smarthphone.

Rachel ouviu de longe a confusão no estacionamento da universidade. Alguns carros estacionados, coolers e muito droga rolando. Ela sentia saudade dessas festas, infelizmente foi em uma dessas que o alien acabou parando em sua barriga. Mal podia esperar para o pestinha nascer e conseguir dinheiro o suficiente para comprar seu próprio lugar e abandonar sua velha mãe viciada.

Em meio a um grupo de jovens encontrou Sukie Stackhouse, sua amiga de muito anos.

Rachel a gritou de longe, mas a música alta dificultou sua ação. Só quando esteve na frente da loira que conseguiu chamar sua atenção. Puxou seu braço com força até ela se virar.

-“Rach, você veio!”

- Claro, sua piranha.

As duas se abraçaram e só então a loira pareceu perceber a barriga de Rachel.

- “Ai meu Deus, você está enorme! Como vai o bebezinho mais lindo da titia?”

- Uma merda... Esse merdinha me fez engordar uns 15kg e por causa dele eu passo o dia fazendo xixi, pareço uma torneira.

Rachel tomou o copo de bebida da mão de Sukie e tomou um gole antes de lhe devolver. Um gole não fazia mal, ela tinha certeza. Aproximou-se da caçamba de uma camionete jogou sua mochila em cima. Na medida do possível Rachel passou a dançar na batida da música. Enquanto isso retirou seu notebook da mochila.

Enquanto esperava o notebook iniciar olhou ao redor. Sua amiga já estava chapada e dançava como se não houvesse o amanhã. Rachel observou os universitários curtindo o momento e odiou ainda mais seu pequeno feto de alien. Ela queria estar como eles... chapada e não uma universitária. Rachel largou a universidade há alguns meses, não considerava aquele um ambiente para ela.

Voltando-se para o computador ela entrou na rede da universidade. Com acesso a internet Rachel entrou num fórum secreto de informática e passou a verificar as mensagens que tinha recebido nas últimas 24 horas.

Voltando-se rapidamente para Sukie a puxou novamente pelo braço.

- Ei, pode conseguir um pouco de coca para a minha mãe? Eu arrumo suas notas no sistema da universidade como pagamento... o que acha?

Após a resposta da garota Rachel a abraçou e passou a dançar. Quando a música encerrou, Rachel se virou para o computador e leu a única mensagem que havia recebido.

“Preciso de você com urgência
www.thex-files.com”

Imediatamente Rachel abriu o link. Para qualquer um que acessasse esse endereço encontraria um site feitos por fãs sobre a série “The X-Files”, mas ela sabia que não era assim tão simples. A pessoa que havia lhe mandado mensagem já entrara em contatos antes. Normalmente seus pedidos estavam relacionados com tirar algumas informações do sistema da polícia de Vancouver ou pesquisar o histórico de alguém na internet. Coisas pequenas... mas que lhe rendiam muito dinheiro. Porém, dessa vez, o que Rachel viu no site atiçou sua curiosidade e ambição.

Dando uma olhada no código doente da página a jovem encontrou frases que não faziam o menor sentido com o inglês ou com a estrutura da página. Era uma mensagem em alfabeto cifrado.

“ZOHZ NLULAPJ HUK YLZLHYJO XBLYV. AVKVZ VZ ZLNYLKVZ”

Traduzir levou algum tempo, mas assim que conseguiu seus olhos se ampliaram:

“SHAW'S GENETIC AND RESEARCH. QUERO TODOS OS SEGREDOS”

Olhando por cima de seu ombro viu Sukie a distância. Chamou-a com um gesto e assim que esteve próxima, disse:

- Ta afim de ganhar uma grana e provavelmente um pouco de emoção?
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