Hotel Fairmont Vancouver

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Hotel Fairmont Vancouver

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 13 Jan - 14:25



O Hotel Fairmont Vancouver, mais conhecido por Hotel Vancouver, é um hotel localizado na esquina das ruas Georgia e Burrard, no coração da baixa Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá.

Construído pela Hotéis Nacionais do Canadá (Canadian National Hotels), tem 111 metros (17 andares) de altura. É várias vezes apelidado de "o Hotel Van". Tornou-se parte da Hotéis Pacíficos do Canadá (Canadian Pacific Hotels) em 1988.

Este edifício foi o terceiro hotel a ser chamado Hotel Vancouver. O segundo Hotel Vancouver foi construído em 1916, tornou-se o quartel militar das tropas durante a Segunda Guerra Mundial e foi finalmente demolido em 1949 para cumprir um acordo feito pela cidade para com os construtores do terceiro Hotel Vancouver - visto como um potencial rival.

O Hotel Vancouver é sem dúvida um dos melhores lugares para se hospedar em Vancouver. Preocupados em atingir vários públicos, o Hotel conta com uma grande diversidade de quartos, dos mais simples, aos mais requintados, oferecendo assim vários valores para as diárias.

Salas de ginástica, piscinas aquecidas, salões de conferência e de festas fazem com que o Fairmont seja amplamente procurado por empresas para a realização de conferências e treinamentos de seus executivos e funcionários. O restaurante do Hotel é um atrativo à parte contando com chefs especializados em pratos de todas as nacionalidades.

Para os turistas que buscam por atrações “peculiares” da cidade, o Hotel oferece um outro tipo de serviço “não oficial” que é administrado por seus porteiros, que podem indicar aos hóspedes os pontos mais quentes da cidade, para obtenção de “serviços” e “mercadorias” exóticas a preços bem módicos.

Apesar de todo o conforto e beleza, o Hotel também conta com uma lenda que atrai alguns visitantes e afasta outros. Dizem que no passado, no primeiro ano de funcionamento do Hotel, um casal recém casado que ocupava a suíte máster, na cobertura, acabou cometendo suicídio. A lenda diz que em noites de lua cheia, a mesma que banhou os amantes no dia de suas mortes, é possível ver em alguns corredores o fantasma deles, vagando sem rumo.

Apesar de todos os esforços para abafar tal rumor, a Administração do Hotel não tem como negar que fatos estranhos costumam acontecer nas noites de lua cheia. Sons estranhos, lamúrios de gelar o sangue, quartos vazios que são totalmente destruídos, vozes fantasmagóricas. Em função destes incidentes bizarros a Administração toma o máximo de cuidado possível, reservando as áreas próximas à suíte onde aconteceu o trágico suicídio somente aos hóspedes que apresentam perfil adequado a saber lidar com tais coisas.

Seja como for, não é este obscuro fato que faz com que o Fairmont seja menos procurado pelos turistas que chegam todos os dias na cidade. A lotação do Hotel está sempre próxima da máxima, independente da época do ano.

Venha para o Hotel Fairmont Vancouver e se permita receber o melhor serviço de hotelaria de sua vida.

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Re: Hotel Fairmont Vancouver

Mensagem por Alfreda Fitzgerald em Qui 29 Dez - 17:45

As luzes se transformavam em apenas borrões enquanto o carro transitava pelas largas ruas de Vancouver, deixando para trás arranha céus e prédios comerciais e trazia de volta muitas memórias que a atingiam como se cada cena tivesse acabado de acontecer. Alfreda não era do tipo de mulher que se prendia a futilidades, mas era impossível não perceber a ironia naquilo tudo.

Lembrava-se muito bem daquelas ruas ― obviamente, uma versão mais antiga e menos modernizada ― e de quantas vezes o lugar havia sido alvo de uma tragédia vinda dos céus. De chuvas de meteoros mais devastadores, responsável por uma quantidade alarmante de mortes (vampiros e humanos) até as coisas mais bizarras, como fezes, Vancouver tinha um incrível histórico de coisas caindo das alturas. Quando mais um problema aéreo atingiu a cidade, Alfreda tentou não pensar nas implicações disso quando Lucian mandou um jatinho buscá-la em Roma para ajudá-lo com o que quer que tivesse caído dessa vez. Mas era o tipo de ironia que o tremere gostava, e o pensamento arrancou um sorriso curto e desajeitado dado a raridade que eles apareciam nos lábios para a cainita mais nova, mas eram comuns demais na presença do outro.

Infelizmente, ela não poderia dizer “não” a tal convite, mas ela não o negaria mesmo que pudesse. Sentia falta de algum problema que desafia-se seu intelecto, e dificilmente alguns vampiros exibicionistas e com pouco, ou quase nenhum, de autopreservação podia ser considerado um trabalho que ela considerava digno de sua mente. Depois de anos numa batalha evitando um desastre na capital da fé, Alfreda havia recebido tais ações como uma benção, “um dia tranqüilo no escritório”... Mas depois de quase um ano de uma sucessão de dias como aqueles, a vampira sentia-se envolta em um tédio mórbido e todas as noites começavam com um suspiro exasperado de decepção pela falta de criatividade e pela desaprovação a tais membros. Por isso, correndo o risco de ser apenas mais uma fatalidade na cidade canadense, ela embarcou no avião com um misto de curiosidade e surpresa por finalmente estar voltando para casa.

Sim, a morena havia residido na cidade na sua existência humana, e tinha sido ali que ela havia conhecido Darius e sido inserida em um universo que muitos ainda acreditavam fazer parte de um conto de fadas, ou livros de romances infanto-juvenis. No entanto, nada é como era nos dias de sua juventude. O mundo inteiro havia mudado em sua volta, e ela havia perdido os poucos amigos que tinha na cidade, sua família, e ela nunca teve nenhum motivo para voltar ali e quando Lucian a acolheu, a levando para ser sua aprendiz e assistente no antigo continente, ela nunca pensou que voltaria. Mas, contrariando o que ela gostava de acreditar, a verdade é que nem sempre ela estava certa, mas ela não admitiria isso em voz alta, principalmente perto do antigo mentor.

Quando o carro finalmente parou, a deixando a frente do suntuoso Hotel, a tremere já havia deixado qualquer ironia, ou futilidade que havia a divertido durante a viagem e estava pronta para qualquer missão que recebesse e estava ansiosa para por as mãos a obra.

Seus sapatos ecoavam pelo saguão enquanto ela cruzava a entrada e se dirigia a recepção, as roupas modernas, porém com cortes retos e de alfaiataria, passavam a impressão de se tratar de uma executiva de sucesso, uma imagem que não abriam muitas portas, apenas as portas certas, e bastava para a cainita já que a presença austera e séria normalmente era o suficiente para que ela conseguisse o quarto no sétimo andar, virado para o leste, e um serviço de quarto discreto que apenas funcionasse a partir a partir do por do sol. ― Uma exigência que ela adquiriu com o passar dos anos, e ela era metódica o suficiente para não abrir mão de certos hábitos. No entanto, para sua surpresa, nenhum dos ardis mundanos era necessário. O quarto já estava reservado em seu nome, e a cartão magnético foi entregue com rapidez já que, segundo a recepcionista, ela tinha visita.

Após agradecer com um sorriso contido, ela seguiu em direção ao elevador, sem duvida alguma sobre a identidade de seu convidado misterioso. Ao chegar seu quarto, a morena deixou a pequena bolsa de mão no aparador ao lado da porta, juntamente com o casaco cumprido, enquanto os olhos vasculhavam o lugar com cuidado, e rapidamente as orbes acinzentadas focalizaram a figura conhecida, no meio da sala, uma exibição dramática e pouco contida que não surpreendiam a morena. Ela apoiou as mãos nas costas do sofá, mantendo o estofado entre eles, antes de fazer algum comentário engraçadinho – apenas porque Lucian eram fã deles e ela encontrava-se em um excelente humor para o fazê-lo.
“Eu andei pensando...” Ela começou, com o rosto compenetrado no homem e os olhos semicerrados em perspectiva. “Você me conhece o suficiente para saber o meu andar favorito, minha preferência por quartos, mas não consegue se lembrar minha aversão por frio... Que decepcionante.” Implicou ela com um sorrisinho ácido, esse sim, característico da mulher.
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Re: Hotel Fairmont Vancouver

Mensagem por Lucian Fourleaves em Sex 30 Dez - 3:17

Sentado no escuro do quarto ele observava a cidade através das janelas. Fosse humano estaria bebendo alguma bebida cara e sofisticada, porém, era um vampiro, de modo que era pouco provável que o mini bar do apartamento ( por mais completo que fosse) contasse com a única bebida de que ele era adicto, uma espécie bastante exótica, com certeza, e infinitamente mais inebriante do que qualquer bebida mortal poderia se atrever a ser.

Durante a espera ele experimentou um ou outro ritual leve de detecção sobrenatural, não era um feito realmente complicado de se realizar, todavia, exigia um certo grau de concentração, o que poderia colocá-lo em risco no caso de alguma interrupção inesperada. Vislumbrar o mundo etéreo é uma tarefa relativamente fácil, até mesmo algumas drogas humanas (se utilizadas na medida e combinação correta) permitem o acesso ao éter. Desafortunadamente para os mortais que tentam tal façanha (de propósito ou meramente por acaso) as visões e sensações experimentadas em tal dimensão estão tão entremeadas umas às outras e movendo-se tão caoticamente que são praticamente impossíveis de serem compreendidas pelo limitado cérebro humano, o que pode levar a consequências leves como enxaquecas e vômitos até as mais drásticas como catatonia e insanidade. Certamente não havia coincidência entre estes resultados e a formidável habilidade dos Malkavianos de enxergar claramente a ordem dentro deste caos intangível.

Lucian não era um Malkaviano, muito embora às vezes agisse como um, mas era um Tremere versado nas artes místicas do sangue, sendo assim, não tardou para que ele conseguisse isolar as trilhas energéticas desprendidas em torno de Vancouver. Linhas brancas e pulsantes representavam as almas humanas, as vermelhas eram os vampiros, haviam também as verdes ( pertencentes aos licantropos) e uma única linha incolor, apenas perceptível por representar um espaço uniforme e invisível entremeado entre as demais.

- William. – murmura ele para o nada. Impressionantemente a linha em questão parecia estar voltando-se em sua direção, como que detectando sua presença. Ele considerou mais sensato afastar-se. Uma morte no éter privaria seu corpo cadáver de sua alma amaldiçoada.

Após considerar ser seguro, ele voltou a observar o novelo de cores, até encontrar o que estava procurando, bem alí, refulgindo tão forte que parecia um farol em meio às trevas. Uma luz laranja que pulsava de energia e enchia seu coração morto de terror. Em direção da luz era possível identificar várias outras linhas brancas, e ameaçadoramente perto uma linha verde.

- Montanhas Azuis. – Não era possível enxergar as formas físicas nesta dimensão, mas após anos aprendendo a dominar tal arte, e conhecer a geografia da região em que estava quando a aplicava, isto era o suficiente para dar-lhe uma ideia bastante precisa de uma localização específica. Agora ele não sabia apenas onde procurar, mas também exatamente onde.

Estava quase terminando o ritual quando seus sentidos foram puxados em direção a uma linha vermelha em particular, que para ele pulsava em ondas bastante familiares. Enfim, ela havia chegado. Ele retorna para seu corpo físico e deixa o quarto para trás, cuidando para apagar os resíduos místicos antes, os anos ensinaram-lhe a ser meticuloso com certas coisas.

- Ma petit fleur de nuit. – cumprimenta ele, sentindo a atração daquela presença feminina.

- Perdoe minha confusão, eu achei que você tinha aversão a crustáceos. Mas eu sabia que você tinha aversão a alguma coisa, isso é um bom, não acha?

Alfreda suspirou com o adjetivo desferido a si e revirou os olhos de maneira teatral.

- Crustáceos? Ela então decidiu dar a volta no estofado a sua frente, sentando no tecido claro, ficando finalmente de frente para o antigo mentor.
- Poderia ser. Mas isso não te impediu de me convocar quando ocorreu aquele desastre no Brasil.... Ela relembrou sentindo-se um tanto convencida.

- Se gosta tanto da minha companhia, pode só dizer...

- Minha querida, não existem palavras suficiente para exprimir o quanto minha alma se ilumina com a sua presença. – responde ele, como se uma alma demoníaca pudesse ser capaz de ser iluminada.

- Porém, temo que esta situação não envolva uma tribo vodu de Caçadores. E devo salientar que nada tenho a ver com a confusão mental da antiga mandatária daquele adorável país... eu só dei um empurrãozinho, ela já estava no caminho certo... acredite ou não, “Estocar vento” e “Saudar a mandioca” não tiveram intervenção alguma da minha parte. – acrescenta ele, quase rindo da memória que lhe vinha à mente.

- Infelizmente, o caso atual que me fez furtar a sua beleza e habilidades das terras ítalas envolve algo inédito na história vampírica.

- Você certamente sentiu tal fenômeno assim que pôs seus angelicais pezinhos nesta adorável cidade. E ainda o sente, não é?


Ela já deveria estar acostumada com os excessos de Lucian,  mas ela não podia deixar de se surpreender quando ele agia como... Bem... Como ele.

- Se meter no problema alheio, expor pessoas poderosas aos ridículo. Não soa como você de maneira alguma. -  O sarcasmo em sua voz era ouvido com clareza junto com seu sotaque duro da Terra da rainha. Mas o sorrisinho deixava claro que caso o objetivo do Tremere era fazê-la rir ele havia conseguido. Mas o sorriso não durou muito em seus lábios.
 
De fato, ela havia sentido um incômodo crescente em seu íntimo, algo com certeza místico e inexplicável que indicava a gravidade da situação, e a expressão da morena indicava que ela havia entendido o ponto em questão.

- Como você também está sentindo devo supor que não seja uma resposta negativa a sua presença... - brincou ela uma última vez antes de entrar em seu modus operandi habitual. Ela se levantou, indo em direção ao mais velho, agitada demais para continuar sentada.

- O que está havendo, Lucian?

- Algo intrigante o suficiente para me fazer precisar de uma boa massagem relaxante para pensar com clareza e tentar levantar as principais hipóteses que me ocorreram. – diz ele, recuando até a poltrona colocada atrás de si, aguardando que sua companheira assumisse posição.

Com a evasiva, Alfreda estalou a lingua impaciente. Não gostava de rodeios mas conhecia o mais velho o suficiente para que soubesse que se ela quisesse saber o que ele estava tramando ela teria que fazer as coisas do jeito dele. Ela então se posicionou atrás da cadeira, os dedos firmes alcançando o pescoço do Tremere em movimentos circulares. Ficou em silêncio por alguns segundos, se concentrando na tarefa a sua frente, e então ela finalmente tornou a falar.

- Então...? Vai começar a falar ou vai me fazer implorar?

- Por mais tentador que tal cena seja, acredito que algumas palavras são necessárias... quem sabe mais tarde? – brinca ele

- O meteoro que riscou os céus hoje nada teve a ver com um fenômeno natural, nem tampouco era um corpo celeste, ao menos não tão inanimado quanto se poderia desejar. - começou ele - Mais pra esquerda querida.

- Antes dele surgir houve uma forte dilatação dimensional, envolvendo forças místicas de níveis imensuráveis. Acredito que o que quer que tenha caído em Vancouver tenha sido poderoso o suficiente para rasgar o véu da realidade.

- Sua presença, como você pôde constatar, está irradiando uma aura assustadoramente potente que está oprimindo todos os cainitas da cidade. Até mesmo nosso obtuso Príncipe a sentiu, e como era de se esperar, colocou toda a Camarilla em polvorosa.

- Antes de você chegar, eu fiz uma pequena investigação mística. Minha busca me levou mais fundo do que eu esperava, e me fez identificar a fonte deste poder. Apesar deste ser o objetivo, o que eu não esperava era constatar que não fazia a menor idéia do que poderia ser aquilo. Nunca vi nem li nada comparável à minha visão.
– continuou ele, sentindo o toque suave e hábil de Alfreda

- O desconhecido, por sua vez, não se torna assim tão misterioso. Juntando as peças que temos, fica evidente que: A criatura que caiu na cidade veio de outro plano dimensional. Tem força o suficiente para se fazer sentir em toda a cidade. Está oprimindo os seres amaldiçoados. Isto afunila o leque de possibilidades para explicar a sua origem.

- Somente a Luz pode ferir os sentidos dos seres das trevas. A conclusão mais absurda é então a nossa possível conclusão mais lógica.

- Algo divino está em Vancouver.
– conclui ele, puxando a mão da vampira, fazendo-a ir até a sua frente.

- Agora, o que pode ser considerado um problema... – diz ele, colocando-a em seu colo, desabotoando sua blusa - sob outra perspectiva pode se tornar algo de grande valia... – emenda, abrindo o sutiã dela, revelando-lhe os seios.

- Estamos com uma oportunidade tenra e macia diante de nós, minha cara. – continua, massageando um seio.

- Por um lado, temos um nécio no Principado, e podemos ajuda-lo a manter sua posição onde está. – seus dedos movendo-se sobre o mamilo

- Por outro, podemos ajudar esta cidade a ter um destino maior e muito mais proveitoso para a nossa causa. – emenda, movendo a mão de um seio para o outro.

- A questão é: qual dos dois lados desta moeda nos interessa mais? – pergunta ele, olhando-a com malícia

Alfreda absorvia cada palavra com rapidez, ansiosa e completamente imersa naquela pequena narrativa que parecia tão fantasiosa quanto a sua própria existência lhe pareceu no começo de tudo. Era como estar em Vancouver pela primeira vez. Seu mundo estava prestes a mudar novamente e a sensação que a devastava pouco a pouco por dentro parecia apenas comprovar seus temores.  

Algo divino? - A conclusão a fez rir em um misto de surpresa e sarcasmo.

- Nunca pensei que você fosse o tipo religioso. - Ela ponderou, os olhos acinzentados acompanhando os movimentos de Lucian,  enquanto ele começava a desabotoar sua blusa. Sentiu a ligação com o Tremere reverberar em seu íntimo,  tornando cada vez mais pulsante enquanto o cainita começava a tocar-lhe. Sentia os dedos do homem em sua área sensível e os toques a fizeram lembrar de quando os dois quebraram as regras e ela sentiu um prazer maior do que todos os outros que já sentirá em toda a sua vida... A perspectiva de poder tê-la de novo fez com que ela perdesse o controle de sua emulação de respirações, deixando-a falha e descompassada, como se viva fosse, enquanto seu próprio peito subia e descia, não em busca de ar, mas dele. O hábito de simular respiração para misturar-se aos mortais estava tão arraigado em seu sistema que era quase natural que o utilizasse de acordo com o que os humanos o faziam em cada tipo de emoção.

Sua mente ainda era capaz de distinguir as palavras que Lucian proferia, embora a resposta já estivesse na ponta de sua língua.

Ela então puxou o tecido restante de suas roupas, ficando nua da cintura para a cima, exposta e maliciosa como seu mestre e com a mão ela puxa sua saia lápis o suficiente para que pudesse se sentar em seu colo sem obstáculos.

- Você me conhece de verdade, não conhece? - A pergunta era retórica, afinal ela não esperava que ele interrompesse seu pequeno monólogo.

-Criaturas desconhecidas, jogos de poder e uma chance de todos terminarmos mortos, de novo.... Como eu poderia dizer não? - Ela sorriu, os lábios suaves traçando uma linha suave na pescoço do homem, a língua tocando os lugares que ela havia massageado com precisão.

- O nosso. - Ela respondeu por fim, os olhos flamejantes encaravam os dele.

- Sempre o nosso.

- Um brinde a nós. – propõe ele, cravando seus dentes com lascívia no seio firme e tenro à sua frente, sorvendo o líquido espesso como se fosse a última gota de água de um deserto, sugando o mamilo com voracidade ao perceber que sua amante tomou a delicadeza de bombear boa parte de seu vitae para aquela região, tornando-a ainda mais saborosa e aquecida.

A balança de poder de Vancouver estava prestes a ser ameaçada.

*Post em conjunto com player de Alfreda Fitzgerald
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MacAllister's Company - Nas Proximidades do Hotel Fairmont

Mensagem por Jonathan B MacAllister em Dom 19 Fev - 0:09


- Cara, foi muito estranho. Ela estava lá, derepente não estava lá. Quando abri os olhos eu estava estirado no chão feito um pateta bêbado, que por sinal eu nem estava, com uma mulher olhando pra minha cara, e mais rapaz que disse ser detetive. Olha a merda, um detetive. Poderia ser qualquer um, mas não, tinha que ser uma droga de um detetive. O que eu fiz? Eu piquei a mula de lá antes que achassem de chamar o FBI e um maldito canal de noticiário, por que eram as únicas coisas que faltavam pra acabar com a minha reputação de vez. Você já imaginou se isso cai na mídia? Eu estaria arruinado, meu pai iria se revirar no caixão e minha idéia de investir na Shaw's Genetic and Research iriam por água abaixo.

Jeremy com o cotovelo apoiado no braço da poltrona, segurava a cabeça com a mão espalmada no rosto, sobrancelhas suspensas com cara de paisagem, observando Jonathan estirado no sofá se sentindo o terapeuta. As únicas palavras que saiam de sua boca era "aham", "sei" e "ok", enquanto Jonathan continuava com seu discurso infindável sobre a noite passada e a mulher misteriosa.  

- Gostaria de reencontrá-la, você deveria ter visto, aquela mulher era....era....Wooow...Destiny...

- John??

- Me pergunto se era mesmo o nome dela?

- John??

- Mas por que ela dari... Continuou ele resmungando enquanto se levantava do sofá, caminhava até sua cadeira onde se jogou nela todo de qualquer jeito como um boneco de pano, quando foi interrompido por Jeremy berrando seu nome como sua mãe costumava fazer quando queria sua atenção.

- Jonathan Benford MacAllister! Gritou ele esperando ter a atenção de Jonathan. - Telefone para você. Disse Jeremy esticando o telefone na direção de Jonathan.Que se arrumou na cadeira roubando o telefone da mão do amigo e braço direito limpando a garganta.

- Jonathan MacAllister. Que boa notícia, perfeito, muito obrigado pelo retorno Srta. Claire, tenha um ótimo dia. Abriu um sorriso para Jeremy colocando o telefone sobre a mesa.  

- Parece que terei uma reunião com Edward Shaw, quero que me traga aquele documento que preparamos , precisamos revê-lo para nos certificarmos se está tudo em ordem, agende uma reunião com Howard e Bernard também para discutirmos valores e a legalidade desse investimento, devo ir a essa reunião muito bem preparado, esse investimentos pode ser de extrema importância para ambas empresas elevando lucros e prestígio.

Aguardou até Jeremy retornar, então Jonathan levantou-se da cadeira e começou a caminhar em seu escritório de um lado para o outro discutindo com Jeremy sobre o documento que haviam preparado. Não demorou muito para Howard e Bernard se juntarem a discussão e acertarem os ultimos detalhes para o acordo que seria feito com Edward Shaw. Não deixariam brechas para erros e mostrariam que ambos poderiam se beneficiar exponencialmente com essa parceria, Jonathan estava confiante de que Edward como grande visionário que era também veria tais benefícios.
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Re: Hotel Fairmont Vancouver

Mensagem por Edwynn Roy em Sab 25 Mar - 0:02

Fazia algum tempo desde a sua última visita ao Canadá, ficou animado em saber seu próximo destino, gostava do clima e das pessoas, por algum motivo tinha o lugar como um segundo lar.
Viagem tranquila, sem imprevistos, apenas um céu azul para se apreciar.
Ao chegar no hotel, não encontrou nenhum conhecido, uma pena, quem sabe no turno da noite?
No recepção o atendente diz de forma caristmática:

- Bom dia senhor! Bem vindo ao Fairmont Vancouver!
Roy prontamente responde:
-Bom dia... (Se esforçando pra ler a placa no peito) Simon! Uma suíte por favor! Quanto a minha ficha, acredito vocês ainda tenham no sistema, Edwynn Roy.
Após pouco tempo de espera, o rapaz entrega as chaves enquanto chama alguém para carregar a mala, Roy interrompe:

- Não precisa, eu mesmo carrego.

Deixando uma nota de 50$ na mesa, diz

-Vai se divertir mais tarde, enquanto esboçava um sorriso.


Ele sabia tudo desse mundo, o segredo do bom atendimento é um bom incentivo.

Enquanto subia os eladores com apenas uma mala, ficava pensando o motivo de ter sido chamado ali... Mas tudo bem, nada fora do roteiro, fizera isso incontáveis vezes e se saiu bem em todas.

*Plim* Chegou em seu andar

Chegando em seu quarto, abriu a porta, pendurou o chapéu e colocou uma música para tocar em seu celular:
Abriu o frigobar, pegou uma cerveja e apreciou a vista, afinal, não tinha nada de melhor pra fazer naquele momento, apenas curtir enquanto aguardava a chegada do “Big Boss”

...

Passado algumas horas de cochilo, Roy acorda com o telefone tocando, checa o visor e era seu chefe:

-Alô, já est..
Antes de terminar de falar, é interrompido:
-Roy, vou me atrasar, chegarei apenas amanhã, aconteceu alguns imprevistos na negociação e você terá que ficar por aí e me esperar, aproveite esse tempo e revise tudo!
Roy responde:
-Ok, revisarei e...*telefone mudo* Sério? Ele desligou na minha cara? Não to acreditando...


Pensando alto em voz alta:

-Bom, vou aproveitar esse tempo e ir ir pra algum lugar movimentado pelo menos...

Com o celular que estava em suas mãos, começa a procurar por lugares curtir, quando se depara com o The Roxy Nightclub

-Vai ser aqui! Lembro de ter ouvido falar da outra vez e parece um ótimo lugar!

...

40 minutos depois, Roy está arrumado, impecável, porém faltava um detalhe, o chapéu que deixou pendurado!
De frente para o espelho, diz ajeitando o chapéu:

-Agora sim, vamos ver o que a noite nos reserva!
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