Montanhas Azuis

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 23 Jan - 16:00

E agora vamos para o nosso mano estiloso

Archie vai tentar sair desembestado entre os abiguinhos para chegar em Gunnar... como ele não está atacando ninguém diretamente (não declarou ação específica), vamos considerar que a única coisa que ele tem que fazer para conseguir seguir em frente é se livrar da mesa que Latrell atirou pra tras...

Para escapar da mesada, Archie tem que tirar nos dados: 4 ou mais.

Boa sorte a todos!

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 23 Jan - 16:00

O membro 'Mestre do Jogo' realizou a seguinte ação: Rolar Dados


'Dados' :

Resultado : 1

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 23 Jan - 16:22

Seguuuuuuuuuura na mão de Deus... seguuuuuuuuuuura na mão de De-eeeeeeeeeus... muah-ha-ha-ha-haaaaaaaa

Apesar de toda a sua malemolência e gingado do gueto, Archie acaba trupicando nas próprias pernas e toma uma tremenda "taubada" no quengo (caixola, cabeça, etc) e para aumentar o seu azar, essa tabua se quebra e dela surge um prego que se finca no topo da cabeça de Archie, atingindo a área de seu cérebro responsável pelo controle motor do lado direito do seu corpo

Ele ainda consegue ir na direção de Gunnar... mas muuuuuito mais devagar e quase girando como um pião já que tem que se lembrar de puxar a perna direita pra frente pra continuar andando (e se você rir, você vai pro inferno... bwhua-ha-ha-ha-haaaaaaa)

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 23 Jan - 16:28

Muito bem... vamos pro Gunnar...

O moço de madeixas longas (que eu não invejo nem um pouco, ao contrário do que dizem as más línguas) não vai precisar se esquivar do Mickey porque, bom... o Michey já tem seus próprios problemas...

Vamos rolar dados para:

**Se esquivar de Annie com um "Olé" como se um Touro estivesse vindo em sua direção.
Como Annie está vindo desempedida (leia-se: não está com um rato no rrrrrrrrrrrrrrrrrrabo, com um pedaço de "vrido" no "zóio" nem uma canela latejante), vai ser uma rolagem em que o maior resultado vence... então é pra isso que servem os dois primeiros dados:

1 - Ataque da Annie
2 - Esquiva de Gunnar

** Desferir um tapa com as costas da mão em Shelby para evitar que ela o morda.
E quem disse que em mulher não se bate nem com uma rosa? Maria da Penha nele, PORRA!!! Como Shelby também vem desempedida (novamente leia-se: não está fodida pelos dados), o maior resultado vence:

1 - Ataque de Shelby
2 - Tapa de Gunnar

**Esquivar de Patrick e dando-lhe um encontrão para joga-lo de lado.
Neste caso, Steven tá bem lascado... mas ele ainda enxerga a coisa bom bons olhos... ou bom olho... enfim...
Como ele está mais ferrado, para conseguir seu objetivo ele tem que tirar nos dados pelo menos 3 números a mais do que o do encontrão que Gunnar tenta dar contra ele

1 - Ataque de Steven
2 - Encontrão de Gunnar

**Esquivar de Latrell desferindo um soco no estômago.
Meeeeeeeeeeesmo caso do Steven, tirando o fato que o caso do Latrellzinho é menos grave do que o de seu colega Willie Caolho (novamente: Falha Crítica é uma merda, brother)... por isso ele precisa tirar só 2 números a mais do que Gunnar para conseguir seu intento

1 - Ataque de Latrell
2 - Soco de Gunnar

**Se posicionar como um goleiro pronto para pegar em cheio o negão vindo em sua direção (Archie) como uma bola de futebol e arremessa-lo no chão jogando o peso de seu corpo todo contra o dele.
Preciso falar sobre a situação do Archie? Hihihihihi... para conseguir pegar Gunnar, Archie precisa tirar nos dados pelo menos 3 números a mais do que seu alvo.

1- Ataque Archie
2 - Contra ataque de Gunnar

Boa sorte a todos!Muito bem... vamos pro Gunnar...

O moço de madeixas longas (que eu não invejo nem um pouco, ao contrário do que dizem as más línguas) não vai precisar se esquivar do Mickey porque, bom... o Michey já tem seus próprios problemas...

Vamos rolar dados para:

**Se esquivar de Annie com um "Olé" como se um Touro estivesse vindo em sua direção.
Como Annie está vindo desempedida (leia-se: não está com um rato no rrrrrrrrrrrrrrrrrrabo, com um pedaço de "vrido" no "zóio" nem uma canela latejante), vai ser uma rolagem em que o maior resultado vence... então é pra isso que servem os dois primeiros dados:

1 - Ataque da Annie
2 - Esquiva de Gunnar

** Desferir um tapa com as costas da mão em Shelby para evitar que ela o morda.
E quem disse que em mulher não se bate nem com uma rosa? Maria da Penha nele, PORRA!!! Como Shelby também vem desempedida (novamente leia-se: não está fodida pelos dados), o maior resultado vence:

1 - Ataque de Shelby
2 - Tapa de Gunnar

**Esquivar de Patrick e dando-lhe um encontrão para joga-lo de lado.
Neste caso, Steven tá bem lascado... mas ele ainda enxerga a coisa bom bons olhos... ou bom olho... enfim...
Como ele está mais ferrado, para conseguir seu objetivo ele tem que tirar nos dados pelo menos 3 números a mais do que o do encontrão que Gunnar tenta dar contra ele

1 - Ataque de Steven
2 - Encontrão de Gunnar

**Esquivar de Latrell desferindo um soco no estômago.
Meeeeeeeeeeesmo caso do Steven, tirando o fato que o caso do Latrellzinho é menos grave do que o de seu colega Willie Caolho (novamente: Falha Crítica é uma merda, brother)... por isso ele precisa tirar só 2 números a mais do que Gunnar para conseguir seu intento

1 - Ataque de Latrell
2 - Soco de Gunnar

**Se posicionar como um goleiro pronto para pegar em cheio o negão vindo em sua direção (Archie) como uma bola de futebol e arremessa-lo no chão jogando o peso de seu corpo todo contra o dele.
Preciso falar sobre a situação do Archie? Hihihihihi... para conseguir pegar Gunnar, Archie precisa tirar nos dados pelo menos 3 números a mais do que seu alvo.

1- Ataque Archie
2 - Contra ataque de Gunnar

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 23 Jan - 16:28

O membro 'Mestre do Jogo' realizou a seguinte ação: Rolar Dados


'Dados' :

Resultado : 3, 7, 9, 9, 10, 6, 3, 2, 2, 8

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 23 Jan - 16:44

Bora lá...

Ataque Annie: 3
Esquiva de Gunnar: 7

Resultado: Gunnar consegue se esquivar sem problemas

Ataque Shelby: 9
Tapa Gunnar: 9

Resultado: As presas de Shelby perfuram a carne da mão que Gunnar usou para estapeá-la e ela consegue sugar uma pequena quantidade de sangue antes de ser atirada para o lado pelo impacto do golpe

Ataque de Steven: 10
Encontrão de Gunnar: 6

Resultado: Apesar de tudo apontando o contrário, Steven não só consegue chegar até Gunnar como também escapa do encontrão que o Menudo tenta aplicar contra ele, e ainda consegue de brinde cravar os dentes na coxa ensanguentada de seu alvo, de onde passa a sorver com vontade o sangue que escorre

Ataque Latrell: 3
Soco Gunnar: 2

Resultado: Latrell chegou até Gunnar, mas não foi rápido o suficiente para conseguir imobilizar o jovem mancebo que acerta um belo soco na boca do estômago do seu abiguinho vitaminado.

Ataque Archie: 2
Contra ataque Gunnar: 8

Resultado: Archie chega lento demais em Gunnar que facilmente consegue segurá-lo e usar sua velocidade para jogá-lo ao chão...

De forma geral, Gunnar está sendo usado como a última coca-cola do deserto... os demais não conseguiram atingir seus objetivos...

Em breve postarei a continuação, por favor, aguardem!

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 11:09

Enquanto a tempestade uiva ferozmente lá fora, dentro da casa o grupo de desconhecidos continua engalfinhando-se furiosamente, movidos por uma Fome cega.

Cortes, ferimentos, hemorragias, contusões, nada é capaz de fazê-los se questionar nem pelo mais ínfimo segundo o por quê de estarem sentindo aquela Fome colossal, a razão pela qual um farto banquete desceu por suas gargantas como se fosse serragem, o motivo pelo qual aquele líquido quente escorrendo de um deles pareceu tão vital, e por quê estavam se atacando como animais selvagens. Só há a Fome...

Aqueles que conseguem se alimentar, rapidamente são invadidos por um êxtase muito além da compreensão humana enquanto cada gota de Sangue passa por seus lábios. A sensação indescritível preenche cada molécula de seus corpos como nenhuma bebida, droga ou sexo seria capaz de sequer sonhar em se comparar e eles poderiam sugar aquele líquido para sempre, até que dele não restasse mais nenhum traço no corpo de Gunnar Larson... aí seria a vez de encontrar outra fonte (vítima).

Gunnar tenta lutar com todas as suas forças para impedir os ataques, mas é rapidamente sobrepujado pela quantidade de atacantes e sente sua cabeça ficando mais leve conforme sua força se esvai junto com seu Sangue. O mundo parece girar diante de seus olhos, pequenos pontos brancos dançam em sua frente ao mesmo tempo em que ele sente algo diferente começando a debater-se dentro de si, como uma Besta enjaulada nas mais profundas trevas de seu ser, uma Besta que não vai se permitir destruir.

Porém, antes que ela pudesse enfim tomar conta, do segundo andar da casa um cheiro característico começa a descer pelas escadas em velocidade lenta e irrefreável. Primeiro foi o odor, depois veio a luz, tingindo o ambiente de laranja... fogo começava a se espalhar pela casa, as chamas bruxuleando fantasmagóricamente entre a fumaça, devorando vorazmente as táboas e móveis secos e carcomidos da precária construção. Estalidos de madeira começavam a ser ouvidos, ecoando nas paredes, o ar tornava-se rapidamente mais e mais abafado enquanto o incêndio se alastrava de maneira irrestrita.

Incapazes de ignorar o pavor que se abateu em seus corações à mera visão da aproximação daquelas chamas, os sete cessaram imediatamente suas ações e partiram desabalados na direção da porta do casebre, cada um lutando com o outro para ser o primeiro a abandonar aquele inferno ardente, guiados pelo mesmo instinto poderoso que os impelia instantes antes a se alimentar do sangue de Gunnar. E assim, como mariposas hipnotizadas pela luz de uma lâmpada eles quedaram-se imóveis entre as árvores a uma distância segura da casa engolfada pelas chamas.

Alí, parados, completamente inertes, os primeiros pensamentos racionais começaram a se manifestar em suas cabeças. Foi assim que eles se deram conta que a tempestade começava a passar e que o céu antes negro como a Morte ganhava agora tons de púrpura com matizes laranja... o dia estava nascendo e quando não restava mais nada além de um amontoado fumegante da casa em que estiveram instantes atras, o Sol lançou seus primeiros raios sobre o grupo... mas o que deveria ser recebido com alegria rapidamente transformou-se em puro pavor...

Assim que a luz solar atingiu suas peles, bolhas começaram a se formar sob elas. Onde quer que a luz tocasse em seus corpos era como se um balde de ácido sulfúrico fosse atirado  sobre a pele, e novamente os sete não tiveram alternativas senão lutar novamente por suas existências, era imprescindível que eles encontrassem algum abrigo o mais rápido possível, ou nada mais restaria deles a não ser cinzas tão inúteis quanto a que se amontoava sobre a madeira queimada daquela casa maldita.

Conseguiriam eles encontrar um lugar seguro para se abrigar? Chegariam a este lugar rápido o suficiente? Por que alguém coloca passas no arroz? E quem inventou este inferno de colocar maçã na maionese? Cus rosa: onde vivem, o que comem e como se reproduzem?

As respostas para estas e outras perguntas você descobre aqui, no Besta Reporter...


===//===//===

Muito bem, abiguinhos... agora preciso que todos rolem 1 D10 para determinar a continuação do jogo. Vocês precisam de:

1 Resultado igual ou maior que 5 para encontrar um local seguro para abrigo

1 Resultado igual ou maior do que 7 para conseguir antecipadamente UM detalhe importante sobre este local

1 Resultado igual ou maior do que 8 para conseguir DOIS detalhes importantes sobre este local

Os detalhes serão em formas de respostas para as perguntas que vocês farão sobre eles, SE atingirem os resultados mínimos.

Só rolem os dados, e boa sorte!

OBSERVAÇÕES ADICIONAIS:

1 - Qualquer resultado igual ou acima de 5 significa que o seu personagem identificou uma caverna para se abrigar

2 - O personagem que tirar 7 nos dados pode fazer UMA pergunta (caso tire 7) ou DUAS perguntas (caso tire 8 ou mais nos dados) via MP para mim, pra saber de antemão algo a respeito da caverna em que estão prestes a entrar.

3 - Jogadores que tirarem 4 pra baixo devem rolar os dados novamente. Eles precisarão tirar 4 pra cima na nova rolagem para admitirmos que conseguiram seguir os outros personagens até a caverna, mas não importa qual valor acima de 4 tirem eles NÃO terão direito às informações antecipadas.


Última edição por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 13:48, editado 3 vez(es)

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Adam Latrell em Seg 29 Jan - 11:44

Já começo porque né... não to fazendo nada...
E vamos aí... Vai Negão tio do Latrel que ninguém sabe quando nasceu mas já tá vivo...
Obs.: Cubinha para o Mestre
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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 11:44

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Archie Alleyne em Seg 29 Jan - 13:06

Lá se vai a teoria de que "negão não se queima no sol"... então
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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 13:06

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Morrigan em Seg 29 Jan - 13:39

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 13:39

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Steven Patrick em Seg 29 Jan - 14:48

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 14:48

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Shelby Price em Seg 29 Jan - 16:03

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg 29 Jan - 16:03

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Gunnar Larson em Ter 30 Jan - 12:37

Cade o Johnny Depp nessas horas.... ????
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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 30 Jan - 12:37

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Annie Savoy em Qua 31 Jan - 13:26

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Re: Montanhas Azuis

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter 6 Fev - 17:27

A luz do Sol formava uma linha horizontal que avançava em passo acelerado engolindo todo o terreno irregular da floresta anunciando que aquele seria um belo dia para todos em Vancouver... talvez apenas não para o grupo de 7 estranhos que corriam desesperados por entre as árvores, tentando alucinadamente encontrar algum lugar onde pudessem se abrigar daquela terrível luz que queimava seus corpos como fogo. Galhos rasgavam os tecidos das roupas e cortavam suas carnes expostas onde as tocavam, o terror era tão profundo que nenhum deles se deu conta de que já estava correndo a mais tempo do que seus corpos estavam habituados, e muito mais rápido também, e mesmo com todo aquele esforço não lhes faltava fôlego, seus corações não estavam disparados, na verdade, pareciam nem bater assim como seus pulmões não se enchiam e esvaziavam de ar... e os detalhes estranhos de suas novas realidades não estavam sequer começando a ficar sérios...


Finalmente depois de percorerem alguns bons quilômetros (embora em suas mentes, dada a velocidade em que estavam, a sensação era de que foram apenas alguns metros) desde o local onde ficava a velha cabana destruída pelas chamas, seus olhos avistaram a grande abertura do que parecia ser uma espaçosa caverna, e para lá eles se dirigiram. Alguns sentiram um peculiar cheiro de pêlos molhados sendo carregado pelo ar, outros ouviram batidas cardíacas aceleradas vindo de sua direção, dando um claro sinal de que a caverna poderia não ser um refúgio tão fácil e seguro assim... mas eles preferiam se arriscar a enfrentar um mal possível do que um mal certo representado pela figura indiferente do astro rei. E sendo assim, para a caverna eles foram...

Tateando as paredes eles avançaram para o interior dela, sendo engolfados pela escuridão protetora que os abraçou acolhedoramente, mantendo aquela ameaça amarela lá fora. O medo começava a se recolher para as trevas de seus seres, a adrenalina começava a se normalizar em suas correntes sanguíneas. No lugar destas coisas um novo sentimento começava a se manifestar, o da inegável Letargia... seus olhos pareciam cada vez mais pesados, seus pés lentamente começavam a se arrastar e eles sentiam-se como se estivessem soltos dentro do próprio corpo que os embalava como colchões macios e quentes... as mãos começavam a escorregar pelas paredes, cada passo era mais vacilantes que o anterior e não demorou para que todos começassem a dar pequenos tropeços no avançar da caminhada... eles já estavam prestes a se entregar à sonolência.

Foi aí que eles descobriram de onde vinha aquele cheiro de pêlos molhados e aquelas batidas cardíacas... um urro descomunal reverberou pelas paredes frias e úmidas da caverna, era um som grosso, alto, completamente ameaçador e totalmente animal, e de onde ele veio os sete puderam ver três pares de olhos luminescentes rasgar a escuridão e crescer em sua direção enquanto o chão tremia a cada passada pesada e acelerada... dois ursos pardos gigantes avançavam como aríetes na direção do grupo e atrás deles seguia seu mais recente filhote, que era o motivo da fúria despertada nos pais superproterores que tiveram sua "casa" tão pretenciosamente invadida... era hora de botar a casa em ordem...

===//===//===

Muito bem, abiguinhos e abiguinhas... agora vocês tem duas escolhas: Enfrentar os ursos ou sair da caverna e enfrentar o Sol...

A partir de agora vamos usar o sistema de Pontos de Sangue e Pontos de Vida... toda vez que vocês sofretem um ataque, vamos rolar dados pra ver quanto de Dano tomaram, este valor será descontado de seus Pontos de Vida. Vocês podem usar Pontos de Sangue para realizar algumas proezas físicas (neste momento APENAS as físicas... aumentar força, velocidade, resistência, recuperar ferimentos, etc). Os Pontos de Sangue serão usados para atingir as Dificuldades pré estabelecidas em cada teste, vocês podem escolher gastar entre 1 a 3 Pontos de Sangue, essa decisão deve ser tomada ANTES de fazerem as rolagens de dados, e os pontos serão descontados de seus Pontos de Sangue atuais, então usem com cautela, pois se a Dificuldade for 7 e vocês declararem que querem usar 3 Pontos de Sangue se os dados derem resultado 4 vocês tem estes 3 pontos pra chegar a 7... MAS... se nos dados aparecer qualquer resultado 7 ou superior vocês TERÃO GASTADO os 3 pontos que declararam anteriormente de qualquer forma... se a explicação tiver ficado confusa vocês podem me dar um toque no whats que eu explico melhor.

Então agora todos podem postar, não precisa ter uma ordem específica.

Boa sorte a todos!

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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Steven Patrick em Dom 18 Fev - 16:44

A treta foi instaurada com sucesso, e o motivo? Fome!
O alvo era o homem com o corte na coxa, foi um lance de instinto animal coletivo, pois, todos pensaram e agiram do mesmo modo. Quem chegasse no alvo primeiro, por mais que instintivamente, conseguiria no mínimo aliviar um pouco a sua fome e sede. Posso dizer que ninguém mediu esforços para realizar a investida contra o cabeludo que estava sangrando a nossa frente.

Em um estante tudo que parecia normal, na medida do possível, se transforma em uma zona, dor  e violência definem o momento. Mesa, cadeira e outros objetos voando pra tudo que é lado.
No momento em que todos explodiram, era cada um por si. Uma mulher arremessou uma jarra de vidro em minha direção, eu estava tão focado no alvo que não consegui desviar a tempo. Aquela maldita jarra acertou em cheio meu rosto, quebrou em vários pedaços, eu senti cada caco de vidro perfurando minha carne. Um dos cacos entrou no meu olho esquerdo, a dor foi tremenda. Fora outros pedaços que enterram na minha cabeça e no meu peito.

- Maldição, eu vou te matar sua vadia!
Gritei na mesma hora em que puxei o caco de vidro da minha cabeça.

Minha vontade foi voar em cima da piranha que lançou a jarra de vidro, entretanto, esse sentimento junto com a dor ficaram em segundo plano no mesmo instante em que respirei fundo novamente. Algo dentro de mim ansiava pelo líquido que escorria da perna do homem mais a frente. Eu estava gravemente ferido e não enxergava direito, com apenas um olho bom, minha desvantagem era nitidamente notável. Eu precisava a qualquer custo realizar o objetivo: cravar os dentes na coxa daquele cara.
Precisava de força, precisava absorver esse dano e é continuar a investida. Por um momento achei que ia desmoronar.

A dor me paralisou, eu precisava me mover, num instante tudo ficou em câmera lenta. Em outro, eu já não estava mais ali na sala. Estava em um lugar escuro, com uma névoa pouco densa. Estava aparentemente bem, sem os ferimentos.
Quando parei pra refletir, me perguntei se eu estava morto, ou desmaiado. Se aquilo era um sonho. Só que parecia muito real. Vi um vulto por entre a névoa.

- Quem está aí?
Perguntei na mesma hora.
- Que lugar é esse?
Perguntei correndo em direção ao vulto.

Tudo era surreal, a sensação era de estar em lugar nenhum. Mas a fome ainda se fazia presente. Agora mais forte que nunca. Eu tinha que voltar para o lugar onde estava, me alimentar. Soltei um grito de desespero. Minha cabeça começou a girar.
Quando consegui voltar ao normal, ainda naquele breu. Eis que o vulto aparece um pouco a minha frente. Não consegui identificar a pessoa ou coisa. A única coisa que chamava a atenção, eram os olhos. Vermelhos, com se estivesse saindo lasers.
- Quem é você? Apareça!
Disse olhando no olhos hipnotizante daquilo que me observava.
Sem esperança, e com medo. A coisa não respondeu.

De alguma forma, eu sabia que tudo o que precisava para me manter vivo estava a minha frente. Aquele com os olhos vermelhos por entre a névoa era a chave para conseguir saciar minha fome. Eu precisava de força e poder. Do jeito que estava não conseguiria chegar a lugar algum. Eu estava ficando cada vez mais fraco. Estava prestes a cair novamente, foi então que escutei algo:

- Força, poder.
As palavras vieram da coisa e ecoaram pela escuridão.
- Eu posso te dar tudo o que quiser.
Houve uma pausa, então continuou:
- Mas eu preciso que você deixe, deixe eu entrar.

Não excitei, sem forças. Cedi.
- Me ajude, não sei onde quer entrar.
Falei quase sem força.
- Mas eu permito, ajude-me!
Essas foram as últimas palavras, desmaiei por alguns segundos.

Quando abri os olhos, ainda na escuridão. Olhei para frente, procurando a coisa. Porém sem sucesso. Mas havia algo, minha visão estava nítida, consegui ver alguém desmaiado no chão.
Quando me aproximei pude ver quem era. Por mais incrível que pareça, era eu, caído.
Desajeitadamente, o meu eu caído no chão se levanta.

- Obrigado por deixar me entrar.
O mesmo falou enquanto se levantava.
- Hahahahahaha.
Soltou uma risada no mínimo, maléfica.

Se absolutamente nada estava fazendo sentido antes, agora ficou pior.

- O que? Como? Que loucura é essa?
Confuso falei na mesma hora.

Quando o meu eu terminou de se levantar, ele olhou nos meus olhos e eu nos dele. Os olhos estavam vermelhos, como o da coisa na qual me ofereceu ajuda.
Não deu nem tempo de piscar, o meu eu estava em minha frente, parado me encarando.
Quando pensei em falar algo, ele ergueu os braços e com as mãos comprimiu a minha cabeça.
Dor e prazer se misturaram. O que ele via eu via também, em um momento eu estava comprimido a cabeça de alguma coisa e no outro era minha cabeça que estava sendo comprimida.
Só conseguia ver em flashes, como quando você está na balada e as luzes acendem e apagam rapidamente. Mas entre um flash e outro eu pude ver a coisa, não era nada parecido com algo que já tinha visto. A não ser em filme de terror, pois, era um monstro horrível.
Enquanto tudo piscava, e eu me via ao mesmo tempo que via o monstro, eu soltei mais um grito de agonia. Queria que aquilo acabasse. Tudo girava mais rápido que um pião.

Silêncio, tudo escureceu. Como se eu estivesse de olhos fechados, pois estava.
Ao abrir os olhos, estava novamente na casa com as demais pessoas,  naquela mesma cena de euforia e desordem. Só que eu não era o mesmo, me sentia forte e imparável.
Olhando aquele cena toda, retirei o caco de vidro do meu olho, uma dor aguda na cabeça.
Após isso, meu corpo se moveu involuntariamente. Enxergava e ouvia tudo melhor, mesmo com os ferimentos. Fúria era tudo que sentia. Senti minha humanidade se esvair. Aquele não era eu.

Vejo a mulher que atirou o jarro em mim indo de encontro a fonte de sangue, porém, o homem consegue se esquivar. Outra mulher também tenta agarra-lo, novamente, o cabeludo consegue se defender, mas ela conseguiu morder a mão dele.
Eu não podia esperar mais, aquela era minha hora, enquanto pensava que devia atacar, meu corpo já estava correndo na direção do homem. E não era eu, não consegui me frear.
Tudo foi tão rápido, ao chegar no alvo, o mesmo tenta me dar um encontrão. Para evitar o encontrar, meu corpo deslizou com um carrinho, tipo aqueles de futebol mesmo. Minha unhas eram como garras, enquanto deslizava pelo chão, meu corpo cravou as garras na perna do homem, escutei o gemido. Sem excitar, cravei os dentes na coxa dele.

Êxtase, prazer, nada se comparava a aquela sensação. Eu estava sugando o sangue do homem.
O pavor e o medo sumiram, tudo sumiu. Tudo que eu sempre quis, eu consegui. Heroína, que nada, a sensação de bem estar não se comparava a nem uma droga já inventada pelo homem.
Eu iria sugar até a última gota de sangue daquela pessoa, e eu iria atrás de mais. Eu precisava de mais, muito mais.
Após alguns segundo absorvendo o sangue, eu voltei ao normal. Meus movimentos antes involuntários, agora já era todos conscientes. Minha unhas voltaram ao normal, a sensação de dividir meu corpo com algo ou alguém tinha levemente sumido, não por completo. Entretanto, naquele momento, tudo não passava de detalhes.

Tudo estava indo como o planejado, meu objetivo, completado com sucesso.
Até que algo acontece e muda tudo. Um cheiro de fumaça pairou no ar, não foi só isso. A casa estava começando a pegar fogo. Eu aguentei até o último instante com meus dentes cravados na coxa do homem, só que o calor aumentou bruscamente. Me senti num forno. Fogo!
Na mesma hora descravei os dentes da minha vítima, com os lábios cheios de sangue, olhei para as escadas que davam acesso ao segundo andar de casa de madeira. O fogo descia de uma forma voraz. Com a mesma voracidade que todos foram pra cima do homem sangrando, os mesmo foram em direção à porta para deixar a casa que agora estava quase toda consumida pelas chamas.

Após o empurra, empurra, todos conseguem deixar a casa. Parados entre as árvores próxima a casa, todos observavam a mesma sendo consumida pelo fogo.
A forte tempestade estava acabando juntamente com a casa, pude sentir uma leve garoa. A água em meu rosto me fez voltar para realidade, juntar alguns fatos e criar mais dúvidas.
Tudo estava calmo, comparado com a cena anterior. Eu queira poder falar com aquelas pessoas, mas na dúvida, preferi aguardar e entender o que aquelas pessoas estavam sentindo e como nós chegamos até aquele lugar, no meio do nada.
Um certo alívio, quando a chuva cessou, as nuvens negras sendo dissipadas pelos raios de sol que agora se faziam presentes. Um alívio, com a manhã chegando poderemos sair e pedir ajuda. Pensei...
Conforme a luz sobrepujava dentre o montanha, eu espera dentre as árvores para receber aqueles raios de luz e esperança. Só que foi totalmente o contrario.
Assim que a luz tocou minhas mãos, eles começaram a queimar,  como se a luz fosse um ácido sulfúrico. Olhei para os outros, a mesma reação. Gritos!
Mais uma vez o instinto se fez presente, todos queimando com aquele raios UV, saímos em disparada dentre as árvores.

Á medida que avançamos, a luz do sol avançava tão rápido quanto. Eu nunca fui de correr, mas naquela hora era cada um por si. Todos estavam correndo numa velocidade rápida de mais para os parâmetros normais, eu nem se quer me cansei. A última coisa que queria era virar churrasquinho. Dentre a floresta a luz passava entre alguns galhos, mas ainda assim eu podia desviar, alguns feixes acertaram minha nuca e meus braços, queimou, a dor era a intensa. Fora os galhos que espetavam e cortavam conforme entrava floresta as dentro.

Um lugar seguro, um abrigo contra o sol que fulminava nossas costas. Esse era o novo objetivo.
De longe pude ver uma entrada, possivelmente dando acesso a uma caverna, não excitei:

- Por aqui, venham, encontrei um abrigo.
Berrei e apontei para que todos me escutassem e vissem o local.
Todos viraram em direção ao possível abrigo.

Ao nos aproximar do local, o breu tomou conta. Mas naquele momento qualquer coisa servia, ninguém queria ser tostado lá fora.
Com a visão ofuscada, concentrei em minha audição.
Foi quando ouvi algo, umas batidas. Mas não eram batidas voluntárias, eram involuntárias.

- Vocês estão ouvindo isso?
Perguntei ao grupo que vinha junto comigo, todos tateando as paredes da caverna escura.

Ao parar para prestar um pouco mais ser atenção identifiquei, eram batidas cardíacas.
Três ritmos diferentes, isso foi o que eu pude identificar.

- Cuidem, não estamos sós!
Falei para todos.

Assim que terminei minha frase, os nossos anfitriões dão as caras. Urros ensurdecedores.
Cheguei a ficar tonto, tive que me concentrar para escutar somente o necessário.
Por entre a escuridão, pude ver os olhos, mais urros, eram dois ursos juntamente com um urso menor. Deduzi que estamos invadindo a caverna de uma família de ursos.
Tudo estava tão confuso quanto antes, entretanto, eu me sentia forte a ponto de enfrentar qualquer coisa. Não sei como, mas pude sentir que todos os meus sentidos estavam apurados, assim como o meu físico também estava.

Os ursos estavam vindo, restavam duas alternativas: sair e enfrentar o sol e tentar encontrar um outro local, ou ficar e enfrentar os ursos.
O sol já estava forte lá fora, o portal da caverna estava totalmente iluminado, por mais que eu tentasse sair da caverna, sabia que meu corpo não se moveria nem um centímetro para fora daquela caverna, só de olhar para a abertura iluminada, já deu um pavor enorme.
O que restava era enfrentar os ursos.

Todos pareciam assustados, sem tempo para pensar, apenas anunciei o possível ataque:

- Eles estão vindo, preparem-se para se defender!
Continuei...
- Se espalhem, estamos em maior número.
Falei enquanto me movia para lado da caverna.
- São três, eu vou pegar o menor e vocês se dividam entre os grandes. Me ajudem, e distraiam os dois grandes.
Falei com segurança, espero que me ajudem.

Rapidamente os ursos chegaram, frente a frente. Era matar ou morrer.
Espero que todos trabalhem juntos.

---------------

Que tiro foi esse viado!!??

Então, vamos as ações:

São 2 ursos grandes, e 1 filhote.
Espero que meus abiguinhos dêem um help.

Eu vou tentar dar a volta nos dois ursos grandes e agarrar o filhote.
Se conseguir agarrar o filhote, eu vou morder ele.
Obs: eu uso 2PdS pra agarrar o filhote e 1PdS para morder.
Que os jogos comecem!
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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Shelby Price em Qua 28 Fev - 11:34



O momento que minhas presas rompem a pele da mão do cabeludo e o sangue fluir, ainda que bem pouco, é uma sensação indescritível parece aquecer todo o meu corpo, como uma energia viva correndo por mim.Passo a língua pelos lábios sem deixar nenhuma gota escapar o néctar precioso.

Foi muito rápido, e ainda sim revelador. Logo estava longe do corpo dele, então lembrei que tinha me jogado longe.
Sentindo um folego renovado, penso que agora sei o que preciso... “Isso”. Não querendo acreditar, mas sabia que foi o sangue que causou a satisfação momentânea. Levanto e tenho total consciência que é mais rápido que antes, mas não sinto nenhum desconforto, parece natural e foi o consumo de sangue que fez isso comigo.

Antes de pular de volta no garoto, sinto o cheiro característico de queimado, então percebo que uma tênue fumaça permeia o lugar e conforme ela começa a ficar espessa um tom alaranjado permeia a sala vindo das frestas de cima, percebo aterrorizada as fagulhas brilhantes descerem como um avesso da neve. Somente quando uma madeira estala e cai bem próximo acordo do transe e um temor me invade e procuro a saída, vejo uma janela perto tento puxar as tábuas então percebo todos correndo em direção a porta e faço o mesmo.

… Então foi como um borrão... foi uma guerra pra atravessar a porta, logo depois a casa sendo consumida pelo fogo, enquanto em disparada pela floresta só paro muito distante recostada em uma arvore.

Sinto que a chuva diminuía e todo começava a ficar mais claro... E logo o alívio de me salvar da morte pelo fogo se esvai dando lugar ao pavor quando a luz solar toca minha pele queimando terrivelmente. Engasgando-me com o grito de dor e pavor, corro pela floresta sinto mais uma vez as imperfeições do terreno, o atrito nas palmas das mãos das arvores tentando desviar delas, os galhos seco que roçam a minha pele muitas vezes arranhando.

Avisto uma caverna, o abrigo mais provável para luz do sol, mas assim que alcanço a sombra uma sonolência entorpece meu corpo, como se estivesse dias sem dormir só que umas 10 vezes mais. Percebo que não fui a única a escolher o mesmo abrigo, os ocupantes do casebre incendiado estão aqui, também. Arrasto meus pés com um ombro encostado na parede de pedra o silêncio é bem vindo, mas ao invés disso temos várias  batidas ritmadas... parece uma batida cardíaca... apuro minha audição e percebo que são três, sendo uma delas mais suave...
Ouço alguém perguntar se posso ouvir, e sinalizo que sim com a cabeça, ampliando meus ouvidos para qualquer outro barulho, e então ouço um barulho tão ensurdecedor que ponho as mãos nos ouvidos é similar um trovão, mas sei que é rugido animal e mais de um. Então as formas de dois ursos aparecem na minha frente.

- Merda!

O homem fala que vai pegar o menor, por mim tudo bem isso vai distrair os dois outros maiores o suficiente para outro ataque.

É uma ameaça, mas também fonte de alimento, isso me dá o incentivo que preciso. Respiro fundo, ato reflexo para me acalmar já que não preciso mais respirar, e tento juntar as forças que me restam, enfrentar o urso vai ser bem ruim, no minimo, e voltar para Mr. Sunshine não é uma opção.

Corro e tento esquivar das garras do urso do jeito que der mas só o suficiente para morder qualquer lugar que consiga.
--------------
Se é matar ou morrer, vamo q vamo...
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Re: Montanhas Azuis

Mensagem por Gunnar Larson em Sex 2 Mar - 20:23


Seus olhos rolavam de um lado para o outro sem saber ao certo em quem focar, afinal todos ali tinham um único alvo...ele. E de certo não era por causa daquele corpinho sarado, seu cabelo que em algum momento tinha estado sedoso, nem seu 1,83 de pura sensualidade e cheio de amor pra dar. Não, a única coisa que eles estavam famintos era por aquele delicioso e viscoso líquido vermelho. Depois de lamber seus dedos de uma forma tão animalesca, conteve a vontade de morder seus próprios dedos para conseguir um pouco mais daquela saborosa tentação estocada em seu próprio corpo. Como aquilo era possível? Não importava, o que importava era que a carga era preciosa e defenderia com unhas e dentes se fosse preciso. E foi exatamente o que ele fez quando aqueles desconhecidos fora de controle o atacaram de forma brutal, assim como se atacavam tentando impedir um ao outro à chegar ao seu alvo primeiro. Insanidade tomou conta.

Apesar de suas tentativas de defesa, uma das mulheres conseguiu abocanhar sua mão cravando os dentes e fervorosamente começou a sugar seu sangue. Instintivamente seus lábios partiram deixando escapar um xingamento. - Vadia! Em instantes descobriu que o xingamento havia lhe caido como uma luva, afinal, só uma vadia podia lhe proporcionar o que estava sentindo com cada sugada. Porém não perdeu o foco continuando a se esquivar dos outros ataques, ninguém mais teria o gostinho daquela carga precisosa que pulsava em suas veias. Foi então que aquele prazer se intensificou um desgraçado agora tinha os dentes cravados em sua coxa.

Sentiu suas pálpebras pesarem, o sangue sendo bombeado em suas veias de um coração que não mais batia em seu peito, a cada sugada novas sensações. Já havia experimentado aquela sensação em outra ocasião, na qual envolvia uma prostituta usando uma fanstasia colegial minúscula, um topinho que mal cobria seus seios voluptuosos e macios que faziam sua boca salivar só de olhar para eles tentando saltar para fora do sutiã rendado que os envolviam  como uma obra de arte. Enquanto seu traseiro arrebitado expunha um fio dental que havia se perdido em algum lugar naquela imensidão de desejo, se esfregando enlouquecidamente em seu membro que pulsava enrigecido dentro de sua calça gritando em agônia para escapar e deslizar para dentro daquela caverna úmida da qual tão deliciosamente estava lhe sendo oferecida. Não tinha outras palavras para melhor descrever aquele momento.

Pelas barbas de bafomé, estou no inferno e o fogo está consumindo meu corpo da forma mais  obsena que existe, o que mais um homem podia querer. Na verdade o que ele deveria desesperadamente era sair daquele lugar, pois aparentemente não era apenas seu corpo que estava queimando. Pôde sentir o cheiro da fumaça inavdir suas narinas e num estalo seu sonho erótico se estilhaçou como um espelho em trilhões de minúsculas partículas.
Ainda meio desorientado olhando ao redor, observou as chamas deslizar lentamente pelo corrimão da escada que dava para o andar superior. Toda a casa criptava, sabia que não demoraria muito para que seu telhado desabasse levando todo resto da estrutura ao chão. Se não saisse de lá o mais rápido possível seria esmagado ou morreria asfixiado. Mas o pavor das chamas parecia mais aterrorizante do que a fumaça que se espelhava pelo ar, a qual não parecia encher seus pulmões dificultando sua respiração.

Se deu conta que estava de joelhos e sua cabeça parecia querer cair do pescoço, piscou os olhos fortemente algumas vezes tentando espantar aquele estado de desgaste físico, mesmo não tendo tido feito tanto esforço quanto seu corpo mostrava. Se apoiou em um dos joelhos dobrados firmando o pé no chão e forçou a se por de pé e no instante seguinte já havia se juntado aos outros tentando entre socos e chutes achar uma forma de sair dali. Tinha certeza de que o pavor das chamas tinha feito com que ele perdesse os sentidos no meio daquela loucura infernal e o instinto de sobrevivência, pois se encontrava encostado numa árvore à uma distância segura da cabana que era nada mais que amontoado de madeira em chamas e fumaça. Algumas gotículas de água caiu sobre sua cabeça, olhou para o céu entre as copas das árvores, a chuva havia cessado e o dia estava amanhecendo. Descansou a cabeça contra a árvore fechando os olhos aliviado de estar do lado de fora daquele pandemônio, desejava uma boa dose de whisky seguida de infinitas cervejas e uma transa de explodir os miolos.

Quando seu corpo pareceu relaxar, ouviu alguns gritos e xingos vindo de seus companheiros. Ao abriu os olhos para ver que eles fugiam da luz do sol. - Que porra é essa? Vocês estão loucos? Sem entender nada, esticou a mão fora da sombra da árvore em direção a luz do sol que cortava por entre as copas. Sentiu uma agulhada de dor e sua mão começou a queimar como se queimasse um papel com isqueiro. Puxou a mão para a sombra se levantando rapidamente, escorando na árvores quando ouviu o homem gritar.

- Por aqui, venham, encontrei um abrigo.

Espero que esse imbecil saiba para onde estamos indo, do contrário estamos todos fodidos Não tinham tempo de argumentar, o sol parecia estar tomando a mata como uma onde gigante de lava cobrindo tudo com seus raios intensos cheio de fervor, e Gun não ficaria ali parado para descobrir o que aconteceria com seu corpo quando o atingisse. Apesar da fraqueza que sentia, seus movimentos pareciam intensificados, enquanto corria, os galhos e folhas assoitavam seu corpo como chibatas, pulava os troncos caidos pela mata com tanta facilidade que se perguntava como era possível suas habilidades terem se expandido á esse nível, sua mente viajava, quanto mais perguntas se fazia em silêncio mais dúvidas surgiam, infelizmente sem nenhuma resposta, ou melhor, apenas uma. Em sua mente aquele saboroso líquido viscoso era a resposta de tudo, só podia ser, se lembrou da sensação que tomou conta de seu corpo quando lambeu seu próprio sangue, e podia ter certeza ter sentido sua boca salivar.

Assim que chegaram na entrada da caverna Gunnar deve ter pisado em algo úmido e escorregadio que o fez delizar e lá foi seu corpo pesadamente para o chão quase fazendo um boliche humano com alguns que estavam ali próximo a entrada. Um grunido escapou de sua garganta. -Merda. Terminou por deitar naquele terreno disforme e úmido, afinal, o que era um peido pra quem ja estava cagado. Não estava cansado, sua respiração estava normal, seu coração....ele parou por um instante para sentir seu coração, mas nada batia, nem se quer uma pulsada, absolutamente nada. Estava prestes a soltar um grito de ódio e frustração quando veio a surpresa....

- Cuidem, não estamos sós!

- O QUE? Levantou a cabeça no mesmo momento olhando para a escuridão da caverna sem saber exatamente o que estava vendo. - Quando essa merda toda vai terminar?! Resmungou enquanto se colocava de pé em meio aos outros fixando os olhos nos três pares de olhos amarelos que brilhavam mais adiante. Não sabia o que era, mas podia ouvir batimentos cardíacos...Incrível... rápidos, apavorados bombeando um fluxo absurdo de sangue nas veias pulsantes e lá estava aquele sentimento de prazer novamente. Ao ver a silhueta escura crescer nas sobras exibindo não só um, mas 3 ursos, sua frustração se esvaiu, e um só pensamento se fez presente...Comida!! Um sorriso maroto se desenhou em seus lábios enquanto suas entranhas dançavam como enguias raivosas lançando choques nas paredes de seu corpo.

Sabia que as chances de morte contra 2 ursos e meio era eminente, mas não tinham muitas opções, era morrer ali dentro da caverna atacados por 2 ursos e virar comida para o terceiro, ou enfrentar o inferno solar do lado de fora. De certo ali dentro tinham mais chances de sobrevivência se trabalhassem juntos, não que tivessem muito tempo para um plano estratégico, mas o Senhor mandão ali do lado ja estava latindo as coordenadas do que ele faria, só teriamos que seguir o plano cuspido por ele. - Como você quiser parceiro. Disse ele vendo o homem se preparar para atacar o teddy bear lá atrás. Logo em seguida foi a vadia que havia abocanhado sua mão, teria tempo para recentimentos e acerto de contas mais tarde, naquele momento seu interesse estava focado em outro alvo. Se preparou e correu em direção ao  outro urso assim os dois estariam distraidos para que o maldito mordedor de coxas pudesse chegar até o ursinho. - Come to Papa!

OFF - Rolagem de dados para as ações abaixo
** 2 pts para ataque contra o ursão
** 1 pt para dar uma sugadinha no Ursão
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